Paulo Drummond, presidente da Vivix A Vivix Vidros Planos iniciou o processo de aquecimento do seu forno, no dia 9 de janeiro, em Goiana (PE). O evento que marcou o acendimento do forno float foi restrito ao público interno e contou com a participação dos acionistas do Grupo Cornélio Brennand, executivos e colaboradores.
“O acendimento do forno é um momento histórico para a Vivix. Muito em breve estaremos produzindo vidros planos da única indústria do setor 100% brasileira, fato que muito nos honra”, comenta Paulo Drummond, presidente da Vivix.
O processo de aquecimento do forno vai durar cerca de 20 dias, quando ele irá alcançar a temperatura adequada para a fusão do vidro e início da produção. No começo, a Vivix irá produzir 800 toneladas de vidro por dia, e, após três meses de operação, deverá atingir a capacidade plena da planta, que é de 900 t/ dia, entre vidros incolores, coloridos, pintados, laminados e espelhos. Assim, o evento de inauguração da Vivix está previsto para a segunda quinzena de março, quando a operação já estará estabilizada.
Com o início da produção em janeiro, a fabricante vai gerar 410 novos empregos diretos e mais de 1.500 indiretos, favorecendo uma cadeia produtiva estimada em 250 mil pessoas, entre beneficiadores e vidraceiros.
Evento interno celebrou o assentimento do forno float da Vivix niainterna---Eudes-SantanaA empresa será uma das poucas indústrias de vidros float do mundo a utilizar o método “Mine to Line”, que consiste em controlar a fabricação do vidro a partir da extração das matérias-primas em minas próprias. Para isto, a Vivix conta com uma usina de beneficiamento, localizada no município de Pedra de Fogo (PB). “Seremos a única empresa do setor, no Brasil, a possuir a sua própria usina. Isto porque entendemos que a qualidade de nosso produto está diretamente relacionada com a qualidade dos insumos. Desta forma, teremos total controle do processo”, enfatiza Drummond.

Outro ponto interessante é que o forno da Vivix poderá utilizar além do gás natural, outros combustíveis como o ar propanado e o óleo combustível. “Nossa ideia é operar em 100% do tempo utilizando gás natural, mas estamos preparados para utilizar dois diferentes tipos de combustíveis. Desta forma a operação da Vivix torna-se totalmente flexível e nos permite uma fácil adaptação às políticas econômicas e energéticas do País”, informa Odir Perazzi, diretor industrial da Vivix.