Bernoitd d’Iribarne, delegado do Grupo Saint-Gobain, e Renato Holzheim, diretor executivo da Cebrace, participaram da inauguração da nova unidade da Cebrace, em Jacareí (SP) | Crédito: Divulgação Cebrace

Em cerimônia interna, apenas para colaboradores e diretoria, como é tradição da empresa, a Cebrace acendeu em março o seu quinto forno de produção de float, o C5, localizado em Jacareí, interior de São Paulo.
Conhecido como Allumette, o evento foi aberto com o discurso de Bernoit d´lribarne, delegado do Grupo Saint- Gobain para Brasil, Argentina e Chile, seguido dos executivos da Cebrace: Renato Holzheim, diretor executivo, Carlos Alberto Lori, diretor industrial de Jacareí, e Rodolfo Civile, responsável pelo projeto de implantação da nova unidade.
Após o discurso, teve início o protocolo de acendimento do forno que contou com funcionários da Cebrace que se revezaram ao levar a tocha, acesa no forno do C3, até a madrinha do C5, Camila Landim Andrade, de 8 anos, que deu início ao seu funcionamento.
A madrinha do C5 foi escolhida por meio de um concurso cultural realizado entre as filhas dos funcionários da Cebrace. As interessadas tiveram que criar uma frase respondendo a pergunta “Por que eu devo ser a madrinha do C5?”. O resultado foi surpreendente e a comissão julgadora resolveu criar a figura das daminhas de honra para auxiliar a madrinha em sua importante missão.
A inauguração formal do C5 para o mercado vidreiro ainda não tem data marcada, mas acontecerá quando o forno já estiver produzindo vidros efetivamente. Isso acontece porque, ao acender o forno float, há um processo de adequação à alta temperatura, que dura de 30 a 40 dias. Durante esse período, o vidro produzido é descartado por não ter qualidade, e somente após a estabilidade do forno, é que a primeira chapa de vidro será produzida.
Anunciado em 2008, o C5 teve suas obras iniciadas em 2010 e contou com um investimento de 170 milhões de euros. A nova unidade tem capacidade produtiva de 920 toneladas/dia.