O Gran Meliá Nacional Rio faz renascer uma obra-prima de Oscar Niemeyer e que está fechado há várias décadas. Instalado em São Conrado, o desafio da Meliá Internacional é retomar o “Glamour” conquistado na década de 70 do século passado e reposicionar o hotel, cujo edifício foi declarado Patrimônio Histórico.
Inaugurado em 1972, o Hotel Nacional disputava com o Copacabana Palace a preferência dos artistas e personalidades mundiais que passavam pela cidade. Através do luxo que a marca Gran Meliá representa, a rede pretende reposicionar este espaço que foi marco do apogeu hoteleiro do Rio, tendo recebido no passado grandes personalidades como Liza Minelli, BB King e James Brown, além de ter sido anfitrião do Festival de Cinema do Rio.

As instalações estão sendo renovadas para acomodar 417 quartos de 33 a 300 metros quadrados, incluindo 2 suítes presidenciais e 50 suítes executivas e de luxo. Os hóspedes poderão usufruir de um restaurante com gastronomia de vanguarda e bares no lobby e no terraço da cobertura. Aliás, o terraço é um espetáculo à parte, com vista de 360 graus para o Rio de Janeiro e para a baía de São Conrado.
O hotel ocupa uma área de 125 mil metros quadrados de espaços interiores e ao ar livre, que contará com numerosas obras de arte. O Centro de Convenções e Eventos de 12 mil metros quadrados terá capacidade para acolher mais de 4 mil pessoas. A sua localização privilegiada, perto da praia do luxuoso bairro de São Conrado e de fácil acesso aos aeroportos do Rio de Janeiro, tornam este hotel perfeito para viajantes de lazer ou negócios. O Gran Meliá Nacional Rio será ainda um dos hotéis oficiais das Olimpíadas 2016.
O arquiteto responsável pelo trabalho, João Niemeyer, afirma que seu tio Oscar conheceu as mudanças efetuadas no projeto original e, mesmo não tendo tempo de ver a obra concluída, era um entusiasta da revitalização do prédio.
Para ajudar a promover essa grandiosa transformação, o vidro foi figura de destaque, Fabricado pela CEBRACE, com todo apuro necessário para não descaracterizar o projeto de Oscar Niemeyer e comercializado pela Disvidro foram utilizados 10.920 m2 de vidro bronze, laminado com PVB incolor e Silver Temperável (ST 136)  nas espessuras de 11, 9 e 8 milímetros
Segundo Walter Guarino, diretor da Disvidro, a satisfação de poder colocar a sua empresa num projeto assinado por Oscar Niemeyer superou todas as dificuldades que uma obra dessa magnitude oferece. “ Para nós da Disvidro participar da realização de uma obra tão simbólica é a maior prova do grau de confiança e credibilidade que adquirimos no mercado”, sintetiza Guarino.