Neste mês vamos deixar dois pequenos conselhos para aqueles que aspiram subir degraus na vida profissional e, sem nenhuma pretensão, ajudar a quem quiser usufruir melhor a sua própria vida:
1    Nunca esqueça aqueles que, por qualquer motivo, algum dia, de alguma maneira, se sacrificaram para te servir.
2    Não precipite as suas sentenças antes do justo julgamento.
Para o primeiro conselho vai uma breve história:
Certa tarde no ano de 1965 uma chuva torrencial castigava a cidade de Santa Mônica na Califórnia.  Numa pequena ladeira escura uma senhora negra, ao lado do seu carro enguiçado, muito nervosa e toda ensopada, lutava desesperadamente para conseguir uma simples carona. Seus acenos frenéticos chamaram a atenção de um jovem branco que, parecendo desconhecer o tamanho dos conflitos raciais à época existentes, não hesitou em parar o seu carro, providenciar o socorro e levar a senhora até a porta da sua casa.
Apesar da sua pressa evidente, ao sair ela fez questão de anotar o endereço do rapaz. Para surpresa dele, dois dias mais tarde, ao chegar em casa, ele encontra uma enorme televisão colorida que alguém deixara e, junto, um bilhete que dizia: “Muito obrigada por ter me ajudado naquela noite tão terrível”. A chuva não só tinha encharcado as minhas roupas como também o meu espírito. Por sua causa, eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido, antes que ele falecesse. Deus o abençoe por ter me ajudado. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole.
Para o segundo também uma pequena reflexão:
Numa bela tarde de verão a sorveteria da cidade experimentava um movimento incomum. Surge então um menino de 10 anos que calmamente senta numa cadeira, ocupando uma das raras mesas desocupadas. Logo chega a garçonete apressada, perguntando se ele já escolhera o sorvete.
– Quanto custa o sundae de chocolate?
Naquela altura pessoas esperavam por uma mesa e a garçonete ríspida e sem paciência respondeu: “50 centavos”.
O menino puxou as moedas do bolso e passou a contá-las.
– E quanto custa o sorvete de chocolate simples?  Perguntou novamente o garoto, com toda a ingenuidade do mundo.
A garçonete já a beira de um ataque de nervos se conteve e disse: “Um sorvete simples vai lhe custar só 35 centavos”.
O menino então pediu o sorvete simples de chocolate.
A garçonete, junto com o sorvete, trouxe a conta para tentar se livrar, o mais rápido possível, daquele incômodo moleque.
Terminado o sorvete o garoto contou as moedas, colocou-as sobre a nota fiscal, levantou-se e partiu.
Quando a garçonete voltou, começou a chorar, progressivamente, a medida que ia limpando a mesa, pois ali, ao lado da taça de sorvete pequena e vazia, tinha 50 centavos em moedas.
Simplesmente o garoto abriu mão do seu sundae de chocolate porque ele queria dar a gorjeta da garçonete. °