[gn_spacer size=”20″] Painéis de vidros autoportantes possibilitam a criação de efeitos decorativos e arquitetônicos. O Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) possui, aproximadamente, 1.000 m² do sistema de painéis de vidros autoportantes, denominado C.Glass da T2G, que foram instalados em cinco pavimentos da fachada.

Inaugurado em primeiro de março, data em que a cidade do Rio de Janeiro completou 448 anos, trata-se de um complexo de três edifícios projetado pelo escritório Bernardes + Jacobsen.

De estilo modernista, foi sede do antigo hospital da Polícia Civil.

Esta é a primeira obra cultural do projeto de revitalização da Zona Portuária. No Palacete Dom João VI serão realizadas mostras; e no prédio modernista está localizada a sede do programa educativo, denominada “Escola do Olhar”, com onze salas de aula. No espaço do extinto terminal rodoviário do Rio, fica a área técnica do museu e a bilheteria. O projeto, que funcionará como um espaço proativo de apoio à educação, é uma iniciativa da prefeitura do Rio, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, com apoio do governo e realização da Fundação Roberto Marinho.

O grande desafio do projeto desenvolvido pelo escritório de arquitetura Bernardes + Jacobsen foi unir três construções existentes, de características distintas, que conectadas, fazem parte da grande intervenção na região central e uma das mais antigas da cidade.
Para o prédio da polícia, os arquitetos propuseram a supressão do último pavimento para equilibrar a altura dos dois prédios e também a substituição das alvenarias de fechamento das fachadas por perfis de vidro translúcido, o C.Glass, tornando visível o sistema estrutural de colunas recuadas e revelando o pilotis, que hoje comporta diversas construções.

O grande desafio do projeto foi unir três construções existentes no local, de características distintas.

O grande desafio do projeto foi unir três construções existentes no local, de características distintas.

O sistema C.Glass (Channel Glass) é composto por modernos painéis de vidros autoportantes, que possibilitam a criação de efeitos decorativos e arquitetônicos. Pode ser utilizado em revestimentos, fechamentos, divisórias, fachadas ou em qualquer local onde se deseja ter superfícies envidraçadas, com privacidade e iluminação elevada. Sua composição translúcida, semelhante a do vidro impresso, permite e aprofunda a entrada de iluminação natural difusa nos ambientes e, ao mesmo tempo, ameniza a intensidade dos raios solares na radiação direta.

Assim, é possível diminuir o consumo de energia elétrica, preocupação crescente nas edificações sustentáveis e práticas de greenbuilding. Além disso, apresenta excelente isolamento térmico e ótima atenuação acústica.

Ao contrário das chapas de vidros convencionais, a estrutura de fixação do C.Glass é composta por perfis de alumínio leves, que percorrem todo o requadro das peças, sem caixilho intermediário, entre vidros, somente no requadro. As peças de vidro podem ser posicionadas na vertical ou horizontal, diretamente no piso, perfazendo superfícies curvas ou planas, dispensando o apoio de travessas horizontais ou intermediárias. O C.Glass pode ser utilizado em painéis simples ou duplos, permitindo alturas grandes alturas e alto desempenho térmico e acústico.

O C.Glass é disponibilizado nas opções Incolor e Extra Claro, versão ainda mais clara e transparente que proporciona elevado nível de transmissão de luz, gerando uma economia de energia significativa, já que há total aproveitamento da luminosidade natural.