Um empregado que tem, na carteira de trabalho, um salário de R$ 1.000 recebe, líquido, R$ 840. Já o empregador desembolsa R$ 1.439,50 para pagar esse salário. Somados os
impostos pagos pelo empregador
e pelo empregado, o governo arrecada R$ 599,50 ou 59,95% do valor do salário, sempre que esse empregado é remunerado. “É um convite à informalidade”, declara a vice-presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Letícia do Amaral, em reportagem divulgada no site da entidade.