A Companhia Brasileira de Vidros Planos (CBVP), que recentemente alterou seu nome para Vivix, reuniu em novembro, em sua sede (em Goiana-PE), representantes das entidades associativas do ramo vidreiro, inclusive diretores do Sincavidro, para apresentar sua equipe técnica e anunciar o acendimento de seu forno float no dia 6 de janeiro de 2014.
No evento os convidados foram apresentados aos principais coordenadores e gerentes da companhia, tanto da fase de montagem do novo forno quanto da fase posterior, que irá acompanhar a produção de vidros na nova unidade produtiva. Segundo Paulo Drummond, presidente da companhia, apesar da empresa ser iniciante no ramo, sua equipe é bastante experiente: “Todos eles possuem décadas de experiência trabalhando em companhias nacionais do vidro ou em companhias estrangeiras; portanto, trazemos o que há de mais moderno no mundo em termos de equipamentos e estamos sendo auxiliados por uma equipe muito experiente para que tenhamos sucesso nesse empreendimento”, afirma.

  Parte do novo time retornou recentemente de um treinamento intensivo realizado na planta de um parceiro norte-americano. Ali eles tocaram todo o funcionamento de uma unidade produtiva – suprindo, inclusive, a falta de profissionais capacitados no local.
Segundo o presidente da Vivix, a companhia já teria condições de acender seu forno no início de dezembro. Porém, por conta dos feriados de final do ano, preferiram marcar a data do dia 6 de janeiro para esse ato. “Tudo está preparado e agendado, inclusive com os técnicos estrangeiros que estarão aqui de perto para acompanhar esse processo delicado depois de desfrutarem de um período de descanso com seus familiares por conta dos feriados de final de ano”, comenta.

  Com o acendimento no dia 6 de janeiro a empresa já terá condições de comercializar as primeiras chapas de vidro float no mês de março. A companhia começará com uma produtividade baixa no início, que deverá atingir todo o potencial do forno até o final de 2014.
A capacidade de produção desta unidade será de 900 toneladas/dia e o retorno esperado é que, a partir do primeiro ano, a empresa alcance um faturamento anual de R$ 500 milhões.

  Durante o evento realizado em novembro, os visitantes foram convidados a tirar uma foto dentro do novo forno, sendo essa a última entrada de visitantes antes de seu fechamento completo. Logo depois houve uma visita às demais instalações, quando foram apresentados os modernos equipamentos adotados para resfriamento, corte, expedição e logística de entrega.

  Drummond enfatizou que todos os equipamentos das linhas de produção de espelhos e vidros laminados já chegaram. A empresa, entretanto, prefere dar a partida na produção de vidros float para, depois, anunciar as datas de inauguração dessas duas outras unidades que serão instaladas no mesmo prédio, em Goiana (PE).